O MUNDO DO FUTEBOL RESPIRA AZUL E BRANCO. OBRIGADO FC PORTO...

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Blog da Semana para a revista J de "OJOGO"

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08 Fevereiro 2010

Liga Sagres : Três «tiros» certeiros afundaram a Naval



Foi com uma «bomba» de Tomás Costa, na sequência de um livre indirecto, que o FC Porto abriu caminho para bater a Naval 1.º Maio, em encontro da 18.ª jornada. Na fase final do jogo, seguiram-se mais dois «tiros» perfeitos, de Falcao e de Varela. Estava desmantelada a resistência da equipa figueirense, com os Dragões a assegurarem a aproximação ao topo da tabela e a manterem a tendência goleadora que já haviam registado frente ao Sporting (5-2), na terça-feira.

Porém, a história do encontro não se resume aos golos apontados. Foi, acima de tudo, uma partida em que os Dragões desenharam belos lances de ataque, mas em que muitos deles não resultaram em golo, como a sua beleza exigia. Tomemos três exemplos: logo aos sete minutos, uma excelente triangulação entre Belluschi, Fucile e Falcao terminou num cabeceamento deste último, um pouco por cima; aos 51, Álvaro Pereira combinou, Falcao amorteceu e Ruben Micael atirou ao lado; aos 66 minutos, o colectivo criou espaço para a enésima subida de Alvaro Pereira no corredor esquerdo, este serviu Ruben Micael, que, de primeira, voltou a falhar por centímetros.

O adversário foi pouco mais do que inofensivo, apesar de ser clara a vontade em tentar criar alguns embaraços ao Dragão. No entanto, logo aos dois minutos, a Naval percebia o que a esperava: Bruno Alves surgiu a efectuar um cruzamento (ou seja, aqui todos atacam e todos defendem) e Falcao chegou ligeiramente atrasado. Antes de Tomás Costa abrir o marcador, o capitão também já tinha obrigado Peiser a defesa apertada, num livre directo.

Durante alguns minutos, na segunda parte, chegou a pairar algum suspense no estádio: o FC Porto tentava, mas não alargava a vantagem; os figueirenses queriam «esticar» o seu jogo, mas não conseguiam. Contudo, numa jogada de «laboratório», aos 79 minutos, tudo se resolveu: livre de Tomás Costa, assistência nas alturas de Bruno Alves e toque final de Falcao. Estava feito o 14.º tento do colombiano no campeonato.

De fora da área, num remate forte e colocado, Varela ainda foi capaz de aumentar a expressão do marcador, aos 88 minutos. Nessa altura, já o essencial estava garantido. De resto, cumpriu-se a tradição: a Naval voltou a sair derrotada do Dragão, sem marcar qualquer golo, como em todas as anteriores cinco visitas.


FICHA DE JOGO

Liga 2009/10, 18.ª jornada
7 de Fevereiro de 2010
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 31.420 espectadores.

Árbitro: Hugo Miguel (AF Lisboa).
Assistentes: Pedro Garcia e Tiago Rocha.
Quarto árbitro: Diogo Santos.

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap» e Alvaro Pereira; Tomás Costa, Ruben Micael e Belluschi; Varela, Falcao e Mariano.
Substituições: Belluschi por Guarín (66m), Fucile por Miguel Lopes (83m) e Ruben Micael por Valeri (83m).
Não utilizados: Nuno, Maicon, Addy e Orlando Sá.
Treinador: Jesualdo Ferreira.

NAVAL: Peiser; Carlitos, Gomis, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Lazaroni «cap», Godemeche e Alex Hauw; Davide, Bolívia e Camora.
Substituições: Davide por Fábio Júnior (46m), Alex Hauw por Giuliano (67m) e Bolívia por Michel Simplício (75m).
Não utilizados: Jorge Batista, João Real, Adriano e José Mário.
Treinador: Augusto Inácio.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Tomás Costa (38m), Falcao (79m) e Varela (88m).
Disciplina: cartão amarelo para Alex Hauw (26m), Falcao (61m), Daniel Cruz (68m) e Alvaro Pereira (78m).

03 Fevereiro 2010

Taça de Portugal : FC Porto esmaga Sporting no Dragão





Foi sublime e esmagador. Por vezes, até asfixiante. Intenso para lá do previsível, mas de um brilho à medida do Dragão, num caso clássico de fácil destrinça entre dominado e dominador. A resposta a uma envolvência negativa fez-se de um misto fantástico de génio e determinação. Numa palavra, foi soberba. Noutra ainda, foi futebol.

Dinâmico, excluindo liminarmente o enredo supérfluo, o FC Porto arrancou directo ao golo. Sem rodeios e envolvendo constantemente os laterais nas movimentações atacantes. Ainda antes de esgotado o primeiro minuto, Varela, de cabeça, perdia a oportunidade marcar. Mas a tónica da abordagem tornara-se suficientemente clara. Dependendo da estratégia do detentor da Taça de Portugal, o jogo não conheceria preâmbulos. O acesso às meias-finais disputava-se desde os instantes iniciais.

A entrada determinada rendia ao FC Porto uma série interessante de ocasiões de golo, que não nasceria sem pré-aviso. Só no 17º minuto, por exemplo, os Dragões ameaçaram por duas vezes, para Rolando marcar logo depois, na sequência do pontapé de canto com que Rui Patrício se limitara a adiar o inevitável.

Sem nada que o fizesse prever ou causa que justificasse consequência, um pontapé na lógica, precisamente o primeiro do Sporting, fez o empate. Mas a coerência seria restaurada a tempo. Bem mais do que a tempo. Na verdade, 12 minutos bastaram para recuperar a concordância entre acontecimentos e resultado. Antes do intervalo, praticamente a meio de um domínio avassalador, de uma espantosa demonstração de força, Falcao bisava, em dois gestos irrepreensíveis, cavando uma vantagem com novos capítulos e histórias para contar.

Pouco depois do recomeço, numa extensão das incidências da primeira metade, o jogo e a eliminatória estavam ganhos. Sentenciados pela classe de Varela e, praticamente a seguir, num golo soberbo de Mariano, dos que levantam estádios e resumem guarda-redes à mera condição de espectadores. O que podia fazer Rui Patrício naquele instante, que nem sequer lhe reservou tempo para uma prece, senão observar?

Futebol é isto, assim, jogado, circunscrito ao relvado. E só aí a bola deve ser notícia. No caso, em versão «banho de bola», que só não resultou em afogamento porque o Tetracampeão também pode ser misericordioso. E parou de jogar a meia hora do fim, reservando, ainda assim, requintes finais de magia, com túneis e ataques sempre na direcção de Patrício. Para ver e rever. Só não «houve» Taça, porque ganhou o melhor. Seguem-se as meias-finais.

FICHA DE JOGO
Taça de Portugal, quartos-de-final
2 de Fevereiro de 2010
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 36.614 espectadores

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)
Assistentes: José Braga e Luís Tavares
4º Árbitro: João Roque

FC PORTO: Beto; Fucile, Roando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Ruben Micael; Varela, Falcao e Mariano «cap»;
Substituições: Belluschi por Tomás Costa (72m), Falcao por Orlando Sá (75m) e Ruben Micael por Valeri (75m)
Não utilizados: Nuno, Guarín, Nuno André Coelho e Miguel Lopes
Treinador: Jesualdo Ferreira

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Tonel, Carriço e Grimi; Adrien; Miguel Velozo, João Moutinho «cap» e Izmailov; Liedson e Saleiro
Substituições: Adrien por Matias Fernández (40m), Saleiro por Pongolle (46m), Izmailov por Pereirinha (79m)
Não utilizados: Tiago, Polga, Hélder Postiga e Abel
Treinador: Carlos Carvalhal

Ao intervalo: 3-1
Marcadores: Rolando (18m), Izmailov (22m), Falcao (34m, 42m), Varela (48m), Mariano (57m), Liedson (90m)
Disciplina: cartão amarelo a Adrien (24m), Grimi (30m), Rolando (32m), Carriço (38m), Varela (48m)

31 Janeiro 2010

Liga Sagres: Nacional 0-4 FC Porto, classe todo-o-terreno...





Teste exigente, em casa de um adversário competente e num relvado impróprio para grandes composições. O Dragão instalou-se momentaneamente na Madeira para somar três pontos e assegurou-os com distinção. Houve qualidade colectiva e magia individual. Os golos foram apenas as peças destacadas de uma excelente exibição do FC Porto.

27 Janeiro 2010

Rúben Micael acusa Jorge Jesus e Rui Costa de provocações no túnel

É uma vergonha este futebol português, dois pesos e duas medidas, a começar pelo Presidente da Liga Hermínio Loureiro e acabar na comissão disciplinar da Liga com o mãozinhas Ricardo Costa a comandar. Querem fazer do benfica campeão a toda a força. Dualidade de castigos, túneis e afins. Em baixo o retrato da ralé (Jorge Jesus e Rui Costa) do futebol português com incidentes contra Rúben Micael.

Morrei filhos da puta...

Rúben Micael estranha o facto de a Comissão Disciplinar da Liga não o ter chamado para esclarecer as declarações que fez no final do Benfica-Nacional de Outubro, onde denunciou incidentes ocorridos, ao intervalo, no túnel da Luz, protagonizados por Jorge Jesus e Rui Costa. Ontem, para reforçar a estranheza, o agora jogador do FC Porto pormenorizou o episódio. "Os jogadores estavam picados e, quando o árbitro apitou para o intervalo, o Luisão foi falar com o Cléber. Como o Luisão já tinha um amarelo, o treinador do Benfica veio em direcção ao Cléber e empurrou-o", contou, em declarações à Rádio Renascença.

Depois desse primeiro acto, a confusão continuou e passou a envolvê-lo directamente: "Virei as costas e ia para o balneário, no túnel, quando, de repente, apareceu-me o Rui Costa de um lado e o Jesus do outro. Rui Costa disse muitos palavrões e repetiu várias vezes. Jesus estava do outro lado e pôs-me dois dedos na cara. Como viu que não respondi, voltou a pôr os dois dedos; comecei a rir e fui para o balneário, porque o que eles queriam não conseguiram". Rúben diz ter sido provocado. "A partir do momento em que me põem dois dedos na cara, duas vezes, estando outra pessoa a dizer-me tudo e mais alguma coisa, só posso achar que é provocação". E reforçou: "Aquilo foi uma vergonha".

O médio conta que a confusão acalmou assim que entrou no balneário, facto que o fez suspeitar que seria ele o único alvo da alegada investida de Jorge Jesus e Rui Costa. "Queriam que eu reagisse. A partir do momento que entrei, apesar de um empurrão ou outro, pelo que me disseram, acalmou tudo".

Ainda que sem estes detalhes, Rúben Micael lembra que denunciou tudo logo na entrevista televisiva que se seguiu ao final do jogo. "Repeti várias vezes e acho estranho que, até agora, ninguém me tenha chamado para perguntar o porquê de ter dito aquilo". Manuel Machado, treinador do Nacional, também se referiu aos incidentes na "flash-interview" e, ontem, a Comissão Disciplinar da Liga anunciou ter arquivado o processo relativo a essas declarações.

Edgar Costa corrobora versão do ex-companheiro

Edgar Costa, autor do único golo do Nacional no Estádio da Luz no jogo em questão, corroborou as declarações de Rúben Micael sobre os incidentes no túnel. "O que vi foi, no intervalo do jogo, quando íamos para o balneários, o mister Jorge Jesus a empurrar o Cléber. Depois, mais à frente, no túnel, estava o mister Jesus a meter os dedos na cara do Rúben e o Rui Costa a insultá-lo. Nessa altura, afastei o Rúben para o interior do nosso balneário para acalmar as coisas. Não havia qualquer motivo para isto acontecer. O futebol é para ser jogador e não para andar em confusões", revelou, também em declarações à Rádio Renascença.

25 Janeiro 2010

Taça da Liga : Dragão nas meias-finais



O FC Porto garantiu este domingo o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga 2009/10, depois de ter vencido no terreno do Estoril por 0-2, na última jornada do Grupo A da competição. Belluschi, numa grande execução de livre, e Orlando Sá, num movimento típico de ponta-de-lança, marcaram os golos do Dragão. A partida ao António Coimbra da Mota foi bastante interessante de seguir.

O FC Porto apresentou um onze com algumas alterações e estreou Rúben Micael, que procurou integrar-se rapidamente na mecânica atacante da equipa. Do lado do Estoril, tal como o seu treinador prometera, jogou uma equipa próxima da máxima força, que procurou contrariar os desenhos azuis e brancos e espreitar rápidos contra ataques.

A formação de Jesualdo Ferreira já merecia estar a vencer ao intervalo, fruto das oportunidades a dobrar de Rúben Micael e Mariano González, mas acabou por materializar o seu domínio pouco depois do reatamento, num livre exemplar cobrado por Belluschi, que fez a bola sobrevoar a barreira.

A superioridade do FC Porto era agora ainda mais evidente e, apesar de o relvado não consentir grandes requintes, pertenciam ao Dragão os melhores instantes colectivos e individuais. E para que não restassem dúvidas quanto ao vencedor, Orlando Sá fez questão de aumentar a vantagem, após arrancada poderosa e finta ao guarda-redes contrário.

FICHA DO JOGO

Taça da Liga 2009/10 (Grupo A, 3ª jornada)

Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril
Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e André Campos
4º árbitro: Hugo Miguel

ESTORIL: Leão; Marco Silva «cap.», Luiz Alberto, Jardel e Ismaily; Ângelo Varela e Erick; Lulinha, João Coimbra e Raphael; Rodrigo Hote
Substituições: Rodrigo Hote por Antchouet (54m), Erick por Bruno Matias (75m)
Não utilizados: Paulo Santos, Euzébio, Arthur, Tiago Conceição e Joãozinho
Treinador: Neca

FC PORTO: Nuno «cap.»; Miguel Lopes, Rolando, Maicon e Nuno André Coelho; Tomás Costa, Belluschi e Rúben Micael; Guarín, Orlando Sá e Mariano Gonzalez
Substituições: Guarín por Falcao (46m), Nuno André Coelho por Alvaro Pereira (46m) e Rúben Micael por Sérgio Oliveira (84m)
Não utilizados: Beto, Valeri, Prediger e Abdoulaye
Treinador: Jesualdo Ferreira

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Belluschi (53m) e Orlando Sá (77m)
Disciplina: Cartão amarelo a Marco Silva (24m), Erick (47m), Rúben Micael (49m) e Ângelo Varela (56m)

21 Janeiro 2010

Beto foi gigante, mas FC Porto não merecia tanto sofrimento





Foram precisos 30 penaltis para definir quem passava aos quartos de final da Taça de Portugal. É raro assistir a um desempate tão teimoso, mas a roda da fortuna sorriu a quem mais a procurou.

O FC Porto dominou quase todo o jogo, desfrutou de inúmeras oportunidades, mas apenas marcou dois golos. De resto, talvez seja injusto falar em felicidade, porque há que dar o mérito a quem converteu as grandes penalidades e a quem as defendeu. Nesse capítulo, o guarda-redes Beto foi o herói, com cinco intervenções de grande nível. Ao 30.º penalti, Farias disparou um «tiro» de raiva e pôs o ponto final na discussão. Para a história, fica o resultado final: os Dragões venceram por 12-11, após marcação de grande penalidades, depois do empate (2-2) registado no final do prolongamento.

Os milhares de adeptos do FC Porto que preencheram um dos sectores do Estádio do Restelo, em número claramente superior aos apoiantes do Belenenses, não mereciam este sofrimento. Até porque foram uma ajuda preciosa num encontro em que foi necessário ir por duas vezes atrás do prejuízo. O FC Porto, é verdade, foi surpreendido pelo golo madrugador de Lima, aos 13 minutos, quando nada o fazia prever. Mas cedo restabeleceu a igualdade, num oportuno e bem colocado remate de Falcao, após assistência de Rodríguez. E, a partir daí, a intensidade de jogo dos Dragões foi sempre crescendo, momento após momento.

Da primeira parte, há a referir duas boas oportunidades de Varela: primeiro, aos 32 minutos, rematou por cima, após um bom entendimento colectivo; dois minutos depois, o avançado atirou ao lado, em boa posição. Mas foi essencialmente no segundo tempo que os Dragões carregaram sobre o adversário, originando momentos de autêntico sufoco na área contrária. Durante larguíssimos minutos, os lisboetas limitaram-se ao pontapé para a frente.

Poderíamos referir vários lances, mas ficamo-nos apenas por aqueles mais óbvios. Aos 56 minutos, o remate de Varela foi cortado em cima da linha de golo por Pelé. Aos 64 minutos, Rodríguez protagonizou uma grande arrancada, passando por vários adversários, mas não teve sorte na concretização. Aos 79 minutos, Bruno Vale defendeu de forma providencial um disparo de Fucile.

Não nos prolongamos para não enfastiar o leitor e também porque há que referir o segundo tento do Belenenses. E ele aconteceu porque o futebol é assim, e nem sempre premeia quem procura ser feliz. Face à adversidade, o FC Porto cerrou os dentes e empatou cinco minutos depois, numa bela triangulação entre Guarín, Alvaro Pereira e Rodríguez. O avançado uruguaio, numa noite em que construiu inúmeros lances de perigo, concluiu o lance. Em cima do tempo regulamentar, Raul Meireles, em posição frontal, não acertou no alvo. O dia não era de grande felicidade para os portistas, estava visto.

O prolongamento foi mais do mesmo. Depois da expulsão de Rodríguez, o FC Porto estranhou a inferioridade, mas voltou a pôr o pé no acelerador. Três minutos depois, já Falcao rematava ligeiramente ao lado, em lance individual. Só por milagre Raul Meireles e Mariano, na segunda parte do prolongamento, não decidiram o destino da eliminatória. Beto deu uma «mãozinha» nos penaltis e os actuais detentores da Taça continuam na luta para reconquistar o troféu.

FICHA DE JOGO

Taça de Portugal, oitavos de final
20 de Janeiro de 2010
Estádio do Restelo, em Lisboa

Árbitro: Olegário Benquerença (AF Leiria).
Assistentes: Luís Carlos Marcelino e Valter Oliveira.
Quarto árbitro: Fábio Veríssimo.

BELENENSES: Bruno Vale; Mano, Devic, Gabriel Goméz e Barge; Pelé, Celestino e Zé Pedro; Fredy, Lima e Yontcha.
Substituições: Yontcha por Romário (86m), Gabriel Goméz por André Almeida (90+2m) e Barge por Ivan (106m).
Não utilizados: Assis, Dani e André Pires.
Treinador: António Conceição.

FC PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Tomás Costa, Raul Meireles e Valeri; Varela, Falcao e Rodriguez.
Substituições: Valeri por Farías (74m), Fucile por Guarín (84m) e Falcao por Mariano (103m).
Não utilizados: Nuno, Belluschi, Maicon e Miguel Lopes.
Treinador: Jesualdo Ferreira.

Ao intervalo: 1-1.
Final do tempo regulamentar: 2-2.
Após marcação de grandes penalidades: 11-12.

Marcadores: Lima (13m), Falcao (15m), Lima (80m) e Rodríguez (85m).
Disciplina: cartão amarelo para Pelé (9m), Rodríguez (23m), Devic (24m), Barge (42m), Fucile (45+1m), Gabriel Gómez (55m), Raul Meireles (61m), Celestino (106m) e Álvaro Pereira (118); cartão vermelho directo para Rodríguez (99m).

19 Janeiro 2010

Ruben Micael: «No FC Porto é que ganhamos títulos»

Ruben Micael assinou esta segunda-feira um contrato valido por quatro épocas e meia com o FC Porto. O futebolista, proveniente do Nacional da Madeira, revelou ao www.fcporto.pt que foi a vontade de ganhar títulos que o levou a assinar pelos Dragões. O novo número 28 dos portistas pode ser tímido no contacto pessoal, mas promete não ter receio de mostrar os seus atributos nos relvados.

Teve várias propostas para sair do Nacional. Porque é que escolheu o FC Porto?
No FC Porto é que ganhamos títulos e vamos à Liga dos Campeões. Isso foi o que sempre pedi ao meu empresário. Para além disso, quero crescer como jogador, e aqui é o sítio ideal.

Já esteve hoje com os novos companheiros. Pensa que a adaptação vai ser fácil?
Sim, o primeiro contacto foi bom. Deu para entender que é um grupo humilde e que quer sempre ganhar. Aliás, não conseguiria ganhar tantas vezes se não fosse assim. Eles vão-me ajudar na adaptação e eu vou ajudá-los também. Por mim, jogava já amanhã.

No FC Porto vai ter de pegar mais vezes na bola e assumir o jogo. É uma situação que lhe agrada?
É um desafio, vai ser bom para mim ter mais posse de bola. Acho que torna tudo mais fácil.

Jogar na Liga dos Campeões é também grande desafio?
Claro, é o sonho de qualquer jogador. Este ano já pude participar na Liga Europa e agora subo um grande degrau, porque é uma competição muito mais exigente.

A chegada à selecção nacional é outro objectivo?
No FC Porto a visibilidade é outra, joga-se para ser campeão. Se jogar, vai ser tudo mais fácil.

Percorreu um longo caminho, desde o Grupo Desportivo do Estreito, na Madeira, até ao tetracampeão nacional. O que sente nesta altura, ao olhar para trás?
Passei por fases menos boas, que tentei e consegui ultrapassar. Sei que no FC Porto também vou atravessar momentos difíceis, mas os obstáculos por que passei deixam-me mais preparado para o futuro.

16 Janeiro 2010

Liga Sagres: FC Porto roubado em casa empata com Paços de Ferreira



Uma estranha conjugação de factores, com lapsos de arbitragem à mistura, ditou o inesperado desfecho. Ilógico e penalizador para quem mais e melhor jogou: o FC Porto, que até marcou dois golos absolutamente fantásticos e, mais importante, imaculados, sem nódoa na execução ou na legalidade. Mas um deles, o primeiro, foi negado a Falcao, adulterando a história de tudo quanto estava para vir...

14 Janeiro 2010

TAÇA DA LIGA : FC Porto empata em Coimbra a zero...

11 Janeiro 2010

LIGA SAGRES: Helton segurou a justiça dos três pontos



Faltavam apenas uns segundos para Elmano Santos mandar toda a gente para o balneário quando Rolando se aproximou de Helton e, num momento de cumplicidade, lhe agradeceu a vitória. O caso não foi para menos. Um minuto antes, o guarda-redes brasileiro tinha defendido uma grande penalidade do compatriota Ronny quando o FC Porto vencia o Leiria por 3-2. Sim, foi um jogo com momentos de loucura, com golos bonitos, com muita incerteza no resultado, com duas equipas dispostas a arriscar tudo, com expulsões e casos e, claro, com muito frio. Muito mesmo.

07 Janeiro 2010

TAÇA DA LIGA : FC Porto vence Leixões com golo de Varela

03 Janeiro 2010

Futebol - Taça Portugal: FC Porto vence Oliveirense por 2-0

Um golo de Raul Meireles e outro de Rolando carimbaram o passaporte do FC Porto para os oitavos-de-final da Taça de Portugal, vencendo por 2-0 a Oliveirense, em jogo da IV eliminatória da prova.

O FC Porto vai defrontar o Belenenses na próxima eliminatória a decorrer no próximo dia 20 de Janeiro, num mês intenso para os campeões nacionais com oito partidas (duas para a Taça de Portugal, três para a Taça da Liga e três para o campeonato).

Os azuis e brancos foram justos vencedores desta eliminatória, pois foi a equipa que criou mais oportunidades de golo e mais atributos demonstrou em campo, apesar do esforço da equipa 11.ª classificada da Liga de Honra, que nunca baixou os braços.