O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, criticou hoje em Massamá o “nacional-centralismo” recorrendo a um texto do professor, escritor e “ilustre portuense” Hélder Pacheco, pelo qual disse não poder ser responsabilizado. Sem nunca aludir à suspensão de dois anos que lhe foi imposta pela Liga de Clubes, por tentativa de corrupção, da qual recorreu para a Federação, o presidente do FC Porto criticou o “centralismo” perante cerca de 200 adeptos do clube presentes no almoço do 38º aniversário da Delegação de Lisboa do FC Porto, em Massamá, Sintra. “Não podemos consentir e é ultrajante que um clube de uma cidade a que o centralismo retirou quase tudo: emprego qualificado, sedes de empresas, serviços, investimento público, etc., não pode manter um clube que ganha campeonatos consecutivamente”, disse Pinto da Costa, citando Hélder Pacheco. O líder portista referiu que “a única coisa que o centralismo ainda não conseguiu extorquir ao Porto são os campeonatos”, acrescentando que “como os clubes centralistas não ganham no campo, é preciso fazê-los ganhar em jogos fora do campo”, citando seis medidas, mais uma, que será imposta “em caso de insucesso destas: determinar que, no início dos campeonatos, os clubes do centralismo partam com 20 pontos de avanço”.17 Maio 2008
Pinto da Costa: “O centrismo só não conseguiu extorquir-nos os campeonatos” conquistados
O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, criticou hoje em Massamá o “nacional-centralismo” recorrendo a um texto do professor, escritor e “ilustre portuense” Hélder Pacheco, pelo qual disse não poder ser responsabilizado. Sem nunca aludir à suspensão de dois anos que lhe foi imposta pela Liga de Clubes, por tentativa de corrupção, da qual recorreu para a Federação, o presidente do FC Porto criticou o “centralismo” perante cerca de 200 adeptos do clube presentes no almoço do 38º aniversário da Delegação de Lisboa do FC Porto, em Massamá, Sintra. “Não podemos consentir e é ultrajante que um clube de uma cidade a que o centralismo retirou quase tudo: emprego qualificado, sedes de empresas, serviços, investimento público, etc., não pode manter um clube que ganha campeonatos consecutivamente”, disse Pinto da Costa, citando Hélder Pacheco. O líder portista referiu que “a única coisa que o centralismo ainda não conseguiu extorquir ao Porto são os campeonatos”, acrescentando que “como os clubes centralistas não ganham no campo, é preciso fazê-los ganhar em jogos fora do campo”, citando seis medidas, mais uma, que será imposta “em caso de insucesso destas: determinar que, no início dos campeonatos, os clubes do centralismo partam com 20 pontos de avanço”.
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